frutas

Quitanda

Depois de um bom tempo de exercícios técnicos chatões, mais uma vez tenho que madrugar fazendo trabalhos para a pós-graduação. Nesse semestre o foco é iluminação, texturas e render. Como primeiro trabalho, “plagiaram” o 3Drender.com ou, mais provavelmente, alguma coisa do livro Digital Lighting and Rendering de Jeremy Birn.

Enfim, o exercício consistia em texturizar e iluminar uma bandeja de frutas sendo que as texturas só poderiam ser compostas proceduralmente (usando processos automatizados, nativos do software, como filtros do photoshop). Um bom exercício para se aprender a trabalhar com texturas pelo esquema de Render Tree. Esse esquema é baseado numa estrutura tipo “árvore”, que permite uma composição mais intuitiva do que a forma que eu conhecia até então no 3DS MAX.

Esse é um esquema de Render Tree aplicado nas bananas. Toda essa coisa gera os pontinhos, os amassados quase podres, a ponta preta de quem arrancou do cacho e não comeu, etc.

Outro elemento desse exercício foi o uso do esquema de iluminação conhecido como three points light. Basicamente é uma iluminação de estúdio. Uma luz principal, chamada key light, que dá visualidade à cena. Uma luz lateral, fill light, de preenchimento e uma luz de fundo que dá um “brilho”, chamada back light.

É um esquema completamente irreal que, no máximo, quebra o galho em um still de produto, mas que, por algum motivo, é bastante difundido por aí.